Dicas da Arqui: Iluminação - Como Iluminar Ambientes

Atualizado: 1 de jun.

Temos novidades por aqui e estou louquinha para te contar.

Dicas da Arqui, é um espaço para dicas, curiosidades, tendências em forma de conteúdos trazidos por nossos parceiros arquitetos e designers.

Hoje quem nos presenteia é a Bárbara Dahmer, arquiteta.

 

Oi pessoal! Hoje vim falar um pouco sobre um dos temas que considero mais importante e que tem mais impacto num projeto de arquitetura: a iluminação.

Um bom projeto luminotécnico pode transformar um ambiente, e o oposto é verdadeiro: um projeto de iluminação mal pensado pode destruir um ótimo projeto.

Quando falamos de iluminação, temos que ter em mente dois aspectos: iluminação natural e iluminação artificial. A iluminação natural, ou seja, a luz que vem do sol, nem sempre podemos alterar num ambiente já pronto. O ideal é que sempre haja o máximo de iluminação natural possível, isso causa sensação de bem estar e também ajuda a economizar energia elétrica.

Pra iluminação artificial, temos alguns pontos importantes a considerar antes do projeto: o teto ficará com laje aparente ou será rebaixado em gesso (ou outro material)? Com base nessa definição podemos adotar a melhor estratégia.

Para tetos sem rebaixamento de forro, uma boa opção são os trilhos eletrificados, que permitem que se distribua a iluminação linearmente, abrangendo mais área ao invés de um único ponto central no teto.


Fonte Desconhecida I Reclame a autoria e daremos os créditos.

Já o rebaixo permite que se distribua melhor as luminárias em todo ambiente. Nesse caso, para iluminação geral, eu costumo lançar mão de luminárias que produzam luz indireta e difusa ou sancas iluminadas.


Arquiteta Fernanda Marques

Para aquele efeito mais intimista, gosto muito de usar luminárias embutidas com lâmpadas ar 70, par 20 ou dicroicas. Essa iluminação tem um efeito mais pontual e ajuda a valorizar itens específicos como um quadro na parede, uma pintura diferente, um objeto decorativo. Na área da mesa de jantar, um pendente faz com que a luz fique mais próxima da superfície da mesa, se tornando assim mais efetiva, e ainda colabora para decorar o ambiente.


Escala Arquitetura

Para complementar o projeto luminotécnico, ainda podemos usar luz vinda de outras direções além do teto: arandelas decorativas nas paredes (o mercado tá cheio de lindas opções, só precisa se certificar que o ponto de luz seja feito ainda na etapa da obra pra não precisar quebrar parede depois), ou ainda abajures e luminárias de piso.


Bossa Arquitetura

Outro artifício simples que tem um ótimo efeito visual é a iluminação do mobiliário, geralmente feita com perfis led pela própria marcenaria. É muito usado em estantes e painéis, pra destacar algum revestimento especial ou objetos decorativos.


Alexandre Dal Fabbro | ADF Arquitetura

Por fim, mas não menos importante: a temperatura de cor da luz. Pra ambientes de relaxamento (quartos, salas) sugiro entre 2700 e 3000k, que é aquela luz mais amarelada. Pra ambientes de atividades de trabalho como cozinha e escritórios, sugiro 4000k, que é o famoso “branco neutro”. Não costumo utilizar acima de 4000k por considerar a cor muito fria e azulada, o que causa uma sensação de frieza e artificialidade.


Lumega

Assim, podemos ver o quanto são amplas as possibilidades de se iluminar e seus efeitos. Por isso, é um aspecto que vale a pena ser pensado com cuidado e dedicação. Os detalhes fazem a diferença!


Autoria:

Bárbara Dahmer - @barbaradahmerarquiteta


Sinta-se à vontade para compartilhar em suas redes sociais e não esqueça de nos seguir em nossas redes sociais:

Facebook, Instagram e Pinterest.


89 visualizações1 comentário

  • Black Facebook Icon
  • Black Pinterest Icon
  • Black Instagram Icon
SIGA-ME
Busque pelas tags
JÁ POSTADOS